quinta-feira, maio 31, 2007

Perseguição acadêmica... a inquisição do Séc. XXI

Eu na maioria das vezes fico vendo a banda passar, porém há coisas que não podemos nos calar... É nosso papel trombetar estas coisas... Em pleno Séc. XXI acontecer este tipo de coisas por mera perseguição ideológica não dá para levar o Zagalo a sério e engolir.

Este Post foi colocado no Blog do Prof. Enézio e tenho o prazer de publica-lo também quem sabe assim mais gente o veja e levante o seu protesto.

Willian E. Pereira

Guillermo Gonzalez: Galileu Galilei do século 21?

Guillermo Gonzalez, um cubano que fugiu da ditadura de Castro em Cuba esperando encontrar liberdade plena nos Estados Unidos. Ledo engano, a diktadura da Nomenklatura científica da Iowa State University [ISU] negou estabilidade acadêmica [versão secularizada do ‘silêncio obsequioso’] a um dos mais brilhantes professores e pesquisadores daquela instituição por razões ainda obscuras. Vou levantar a lebre aqui que todo mundo já sabe: é porque Guillermo Gonzalez escreveu “The Privileged Planet” onde defende o design inteligente.

Leiam um pouco dessa “inquisição sem fogueiras” engendrada pelos agentes da KGB – os guarda-cancelas da Nomenklatura científica na terra do Tio Sam, e entendam por que professores, pesquisadores e alunos de universidades brasileiras públicas e privadas que fazem parte do pequeno, mas crescente Núcleo Brasileiro de Design Inteligente ainda não podem ter seus nomes e locais de trabalho revelados:
1. A revista Chronicle of Higher Education relatou que Gonzalez está em primeiro lugar entre seus colegas astrônomos na ISU de acordo com a estatística do “índice h”, que procura medir quão amplamente os artigos de um cientista são citados por outros cientistas. De acordo com a Chronicle, “O sr. Gonzalez tem um índice h normalizado de 13, o mais alto de todos os 10 astrônomos no seu departamento. A mais próxima foi Lee Anne Wilson, professora universitária que teve um índice h normalizado de 9.”

2. Foi revelado que ao mesmo tempo em que a ISU negou estabilidade acadêmica a Gonzalez nesta primavera passada, a universidade promoveu a status de professor ao seu principal perseguidor acadêmico, o professor ateu Hector Avalos, que acredita ser a Bíblia pior do que o Mein Kampf de Hitler.

3. A revista científica de renome mundial Nature, destacou o caso de Gonzalez num artigo em sua seção de notícias. No artigo, o orientador de pós-doutorado de Gonzalez na Universidade do Texas, Austin, é citado dizendo: “Ele é um dos melhores alunos de pós-doutorado que já tive” e “Eu diria que ele era um sério candidato à estabilidade acadêmica.”

4. O senador e candidato à presidência dos Estados Unidos, Sam Brownback, emitiu uma nota defendendo o direito de liberdade acadêmica de Gonzalez, enquanto que os acadêmicos darwinistas defenderam vociferantemente o negar de empregos a cientistas favoráveis ao design inteligente na academia.

5. John McCarroll, porta-voz da ISU, continuou a inventar fatos nos seus esforços para defender a negação de estabilidade acadêmica esta semana afirmando que as publicações de um professor anterior ao seu emprego na ISU não são consideradas durante o processo de estabilidade acadêmica. Instado a fornecer documentação para sua última afirmativa, McCarroll não respondeu.

Se você ficou sabendo agora desta história, você deve conferir os principais acontecimentos da última semana, que inclui a admissão por dois membros do departamento de Gonzalez de que o design inteligente desempenhou um papel na negação de sua estabilidade acadêmica, e que o anúncio das estatísticas de concessão de estabilidade acadêmica mostram que a ISU aprovou 91% de seus pedidos de estabilidade acadêmica este ano. Além disso, os padrões de estabilidade acadêmica do Departamento de Física e Astronomia da ISU revelaram que a obtenção de recursos financeiros externos para pesquisas não era um critério declarado para decisões para concessão de estabilidade acadêmica no departamento.

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Assim como Galileu Galilei disse “Eppur si muove”, Guillermo Gonzalez deve ter dito: “O design é real, não é ilusão. O design é empiricamente detectado na natureza.”
Gente, o que é assustador é que isso aconteceu na maior democracia do mundo. O mais assustador ainda é que a “caça às bruxas” é feita pelos que defendem ardentemente o materialismo filosófico como se fosse ciência. O muito mais assustador é que a Academia é tão dogmaticamente fundamentalista em relação a novas idéias como as religiões.

Chamam isso de defesa da ciência. Eu tenho outro nome: defesa monolítica do paradigma que não é apoiado pelas evidências. Vade retro, Satã, teu nome moderno é Nomenklatura científica!

Baseado em Casey Luskin

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